10 horas 27 minutos ago
Mas Comitê Nacional dos Secretários de Fazenda, Finanças, Receita ou Tributação dos Estados e do Distrito Federal (Comsefaz) soltou uma nota oficial informando que, em função de mais de 300 normas envolvidas na questão, a deliberação de redução de ICMS será marcada uma reunião extraordinária nas 'próximas semanas'.
Ana Paula Lobo
10 horas 57 minutos ago
Batizada de Certifica, o novo sistema substitui o Sistema de Gestão de Certificação e Homologação (SCH), que deixará de receber novos requerimentos.
Ana Paula Lobo
11 horas 7 minutos ago
As duas rotas planejam estender cerca de 5 mil quilômetros de cabos de fibra óptica pelos leitos dos rios Purus e Juruá, levando internet de alta velocidade para regiões de difícil acesso no Amazonas e no Acre.
Ana Paula Lobo
13 horas 22 minutos ago
Empresa surge da fusão da Vision Cybersecurity, braço de cibersegurança da ISH Tecnologia, com a Tempest Security Intelligence, que tem a Embraer como acionista.
Ana Paula Lobo
13 horas 30 minutos ago
O portal Convergência Digital buscou o Tribunal Superior Eleitoral para saber como estão os serviços prestados pela Oi para as eleições 2026,mas não obteve respostas aos pedidos. Inclusive para saber se há projeto de migração.
Ana Paula Lobo
16 horas 6 minutos ago
Em palestra de abertura do 3º Seminário do OBIA, o pesquisador do INPE, Paulo Nobre, abordou o paradoxo de uma tecnologia que impulsiona modelos de previsão meteorológica, mas cuja infraestrutura física exige volumes massivos de água e energia.
Roberta Prescott
1 dia 9 horas ago
A Método adquiriu por R$ 60,1 milhões os serviços telefônicos da Oi em abril de 2026, e o contrato de compra e venda foi assinado em 10 de julho de 2026.
Convergência Digital
1 dia 12 horas ago
Curso é gratuito e não é obrigatório ser cliente do banco.
Ana Paula Lobo
1 dia 13 horas ago
Iniciativa é parte dos investimentos de R$ 14,7 bilhões anunciados em 2024 e, de olho em mercados regulados, terá foco em IA e proteção de dados.
Fabio Barros
1 dia 13 horas ago
O levantamento aponta, porém, que a maturidade no uso da tecnologia expõe um gargalo estrutural: apenas 15% das companhias atuam no nível avançado.
Ana Paula Lobo
1 dia 14 horas ago
Segundo participantes da audiência pública da Nuvem Brasileira, soberania precisa ser comprovada e não apena declarada pelos fornecedores.
Ana Paula Lobo
1 dia 14 horas ago
O governo federal está revendo, na prática, o significado de soberania digital aplicado à infraestrutura tecnológica do Estado. Na construção da Nuvem Brasileira, a meta deixou de ser a busca de uma cadeia integralmente nacional, da máquina ao software, e passou a se concentrar na capacidade de conhecer, controlar e substituir dependências externas. O Brasil continuará usando hardware, software e serviços estrangeiros, mas pretende impedir que uma dependência tecnológica isolada seja capaz de comprometer o funcionamento dos sistemas públicos.
Essa mudança ficou evidente na primeira escuta de mercado da Nuvem Brasileira, conduzida pelo Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI), Serpro, Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) e Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). As apresentações de Felipe Guth, assessor especial do MGI; Alexandre Improta, gerente do Departamento de Entregas do Centro de Dados do Serpro; Gildomiro Bairros, engenheiro de software do Serpro; e André Rauen, da ABDI, revelaram diferentes dimensões dessa nova estratégia.
O ponto de convergência entre eles é que soberania deixou de ser tratada como autossuficiência e passou a ser tratada como controle sobre dependências. Improta sintetizou a mudança ao final do encontro. Para ele, a soberania precisa ser analisada a partir do controle que o Estado possui sobre cada elo da cadeia e da possibilidade de mitigar os riscos das dependências. “Não é uma produção 100% nacional”, afirmou. O objetivo, segundo o executivo do Serpro, é aumentar principalmente o controle sobre a camada de software.
A mudança não significa abandonar a atual Nuvem de Governo. Improta apresentou a Nuvem Brasileira como uma nova etapa de uma trajetória iniciada pelo Serpro com a contratação de nuvens públicas, a partir de 2019 e 2020, seguida pela internalização de stacks de grandes fornecedores nos data centers da estatal. Hoje, segundo ele, o Serpro opera em seus ambientes stacks de AWS, Huawei, Google e Oracle. A estratégia multistack permitiu colocar dados e operação sob maior controle nacional sem abrir mão da inovação produzida pelos grandes provedores internacionais.
Mas há uma limitação. A atual Nuvem de Governo permitiu ao Estado avançar na residência dos dados e na soberania operacional, mas não entregou domínio sobre a evolução da tecnologia. O Serpro reconheceu que, nesse modelo, consegue operar as plataformas, mas não controla seu desenvolvimento tecnológico. A Nuvem Brasileira pretende dar justamente esse próximo passo, estimulando tecnologia desenvolvida e mantida dentro do país.
O Caderno de Apoio da Escuta de Mercado confirma essa separação. A Nuvem Brasileira deverá permitir que as tecnologias, especialmente as de software, sejam desenvolvidas, mantidas e evoluídas por instituições e equipes nacionais, reduzindo a dependência de tecnologias, autorizações ou cooperação de fornecedores estrangeiros.
O documento também deixa claro que não basta ter acesso ao código-fonte. Será necessário haver no país domínio técnico efetivo sobre os sistemas críticos da nuvem. Ao mesmo tempo, a arquitetura deverá trabalhar com padrões abertos e equipamentos de diferentes fabricantes, justamente para reduzir a dependência de um fornecedor estrangeiro e aumentar a resiliência diante de interrupções comerciais ou geopolíticas.
Improta reforçou que a estratégia não é de isolamento. A evolução pretendida pelo Serpro é sair de um modelo inicialmente baseado em nuvem pública, avançar do atual estágio de soberania de dados e operação e chegar agora à camada tecnológica. “Não é se isolando, e sim integrando”, resumiu.
Felipe Guth, assessor especial do MGI, deu a dimensão política dessa mudança. Segundo ele, soberania não deve ser confundida com isolamento ou autossuficiência. A administração federal continuará contratando equipamentos, tecnologias e serviços estrangeiros sempre que forem adequados às suas necessidades.
Nuvem brasileira não substitui as nuvens comerciais
A Nuvem Brasileira, portanto, não substituirá as nuvens comerciais. Será uma alternativa adicional ao conjunto de serviços oferecidos pelo Serpro, Dataprev e pelos provedores públicos de nuvem. Guth deixou claro que o governo federal continuará sendo um grande consumidor de nuvem pública. O que se pretende acrescentar é capacidade estatal de compreender e intervir nos serviços utilizados.
Em outra intervenção, Guth explicou que a consulta ao mercado foi aberta justamente porque o governo ainda precisa conhecer a capacidade tecnológica existente no Brasil. O Gradiente de Soberania desenvolvido pelo Serpro será confrontado com aquilo que as empresas efetivamente conseguem entregar. Na avaliação do MGI, não faria sentido estabelecer imediatamente a exigência máxima em todos os critérios se nenhuma plataforma disponível pudesse alcançá-la.
É uma admissão importante. O governo está construindo sua régua de soberania ao mesmo tempo em que procura descobrir até onde a indústria nacional consegue chegar. Essa questão apareceu quando Andrea Fatala, da Magalu Cloud, perguntou por que o governo ainda não havia estabelecido um patamar mínimo de soberania tecnológica. Os responsáveis pelo projeto reconheceram que a barra ainda está sendo construída. O próprio Gradiente de Soberania, atualmente na versão 3, deverá ganhar uma revisão concentrada justamente no pilar tecnológico. O governo admitiu que uma exigência alta demais poderia deixar todos os fornecedores de fora, enquanto uma barra baixa desperdiçaria a oportunidade de avançar.
Ana Paula Lobo
1 dia 15 horas ago
A afirmação foi do diretor Geral da AWS no país, Cleber Morais. O executivo tratou a aprovação do Redata como uma 'boa notícia', mas alerta: não é o benefício que fará o Brasil ser mais competitivo.
Ana Paula Lobo
1 dia 16 horas ago
Decisão teria sido tomada por 'razões de foro íntimo'.
Ana Paula Lobo
1 dia 19 horas ago
Iniciativa prevê incentivos e créditos fiscais para empresas que desenvolvam sistemas de IA localmente. Serão usados 10% dos recursos do FNDCT.
Ana Paula Lobo
1 dia 19 horas ago
Decisão precisa ser tomada ainda em setembro.
Ana Paula Lobo
1 dia 19 horas ago
Estudos do Senado Federal destacam que a renúncia fiscal de R$ 12 bilhões em 2024, resultou em investimentos de R$ 51,6 bilhões.
Ana Paula Lobo
2 dias 10 horas ago
Por Roberto Bertó - Da lei à prática: o caminho entre aprovação e produção, segundo a Associação Brasileira de Empresas de Infraestrutura de TI e Serviço Cloud
Ana Paula Lobo
2 dias 10 horas ago
Os clientes do Banco do Brasil (BB) contam com um novo recurso de segurança para evitar falsas ligações telefônicas. O banco passou a utilizar a tecnologia de origem verificada para identificar chamadas telefônicas feitas pela instituição. O recurso, com validação da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e das operadoras, permite que clientes reconheçam, na tela …
Ana Paula Lobo
2 dias 10 horas ago
A 2ª Turma do Tribunal Superior do Trabalho rejeitou o recurso de um engenheiro de uma empresa da administração indireta de São Paulo, acusado de assediar subordinadas e de utilizar o computador e o e-mail corporativos para compartilhar mensagens e vídeos de conteúdo pornográfico.
Convergência Digital